Jovem é entregue morto dentro de porta-malas para família em Parauapebas


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José Alan havia viajado para Belém no dia 7 de maio

A versão contada sobre a morte de um rapaz de 28 anos, dentro do porta-malas do seu próprio veículo, está cercada de mistério para os investigadores da Polícia Civil de Parauapebas.

Segundo as informações, a vítima era José Alan Macedo do Amaral, que havia viajado para Belém no último dia 7 de maio acompanhado do amigo, Rafael Wilker Silva, 25 anos, em um Chevrolet Classic Prata. Mas ao retornar para Parauapebas, foi morto dentro do porta-malas e entregue para família na manhã deste domingo, 10.

Segundo a versão do amigo, eles foram abordados por 7 indivíduos armados que mataram José Alan a tiros dentro do porta-malas

O amigo Rafael, que conduziu o veículo de volta ao município com o corpo, contou à polícia que quando os dois retornavam, a vítima recebeu uma mensagem para que se dirigisse a uma chácara. No caminho desse local, o carro foi abordado por 7 indivíduos armados que tiraram José Alan a força de dentro do veículo. Ele foi amarrado, agredido e obrigado a entrar no porta-malas, onde foi morto a tiros.

Rafael Wilker contou que presenciou toda a execução e recebeu ordens dos bandidos para retornar à Parauapebas com corpo do amigo. Ao chegar, o pai da vítima recebeu a informação de que o filho havia sido morto em Belém. A polícia foi acionada até o local onde estava estacionado o veículo, em uma rua próximo da rodoviária, no bairro Beira Rio.

Tanto o pai quanto a testemunha ocular, Rafael, prestaram depoimento na Depol e foram liberados. José Alan tinha passagem pela Polícia e esteve preso em Marabá em 2015, acusado de tráfico de entorpecentes.

A versão do crime dada por Rafael Wilker está cheia de lacunas. Nas redes sociais, os internautas acharam curto o tempo do trajeto de volta de Belém, realizado em apenas nove horas após o homicídio. Questionaram o motivo do motorista não ter parado em uma delegacia mais próxima para denunciar o crime e de sequer ter abastecido o veículo durante o percurso. Agora, cabe a Polícia investigar o crime, encontrar as respostas e os responsáveis pelo assassinato.

Com informações de Neide Folha


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