Agricultores beneficiados por projetos para produção de leite e carne são capacitados


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Capacitações são ministradas para melhorar e desenvolver a produção rural em Parauapebas

Produtores rurais selecionados pelo Projeto Leite a Pasto e Cordeiro Mais Carne passam por uma série de capacitações para melhorar e desenvolver a produção rural em Parauapebas. Na sexta-feira, 6, eles receberam instruções sobre Manejo Intensivo de Pastagem. O encontro ocorreu durante todo o dia, na Escola João Evangelista de Oliveira, localizada na Palmares Sul.

Além dessa, eles já receberam palestras sobre Fertilidade e Manejo do Solo, e Irrigação de Pastagem. As próximas capacitações já estão sendo planejadas pela Secretaria de Produção Rural (Sempror) e os temas são: Manejo de Ordenha e Qualidade do Leite; Manejos de Resíduos e Proteção Ambiental. Os produtores rurais Alessandro de Oliveira e Silvania de Araújo consideram que o conhecimento adquirido é fundamental para o desenvolvimento da produção.

“Essa capacitação vem desde o plantio, manejo, tanto do capim quanto de rotação de gado. Isso veio como uma chave pra nós, uma peça bem concentrada dentro do projeto”, disse Alessandro. “Eu tinha um sonho, mas não tinha condições de chegar até aqui. Fico sem palavras para agradecer porque meu sonho é manter minha produção de leite para ter uma renda melhor. Meu leite é o foco. A gente é agricultor e quer trabalhar”, declarou Silvania.

Manejo Intensivo de Pastagem

Mario Barbosa é engenheiro agrônomo e foi o ministrante sobre a apresentação de Manejo Intensivo de Pastagem. “Isso é monitoramento, uma gestão para saber se a pastagem está sendo lucrativa para o produtor. Esse é o tema que a gente está levando para os produtores que são atendidos pelo projeto, para que eles comecem a colher resultados verdadeiros e justos pelo tamanho do investimento que está sendo feito”, pontuou o engenheiro.

Mario acrescentou dizendo que “o conhecimento é uma das maiores ferramentas que entra na propriedade, e essa oportunidade que o produtor tem de adquirir novos conhecimentos e receber o acompanhamento da Prefeitura, da Sempror, dos técnicos no campo vai ocasionar uma transformação: a gente vai sair do extrativismo e ir para o mundo intensivo, obter um lucro maior por área, além de diminuir o impacto sobre desmatamento. Por isso, tem que ter conhecimento, tem que ter capacitação”.


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