Tarado assedia enfermeiras em UBS de Parauapebas


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Um tarado anda assediando enfermeiras e técnicas em Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Parauapebas. Foi o que relataram algumas profissionais, vítimas da abordagem do homem que ainda não foi identificado.

Uma enfermeira que atua uma Unidade Básica de Saúde e que preferiu não se identificar e nem autorizou revelar em qual unidade atua, relatou que foi surpreendida por um homem, se passando por paciente. Ela conta que o homem entrou na UBS e invadiu um consultório onde ela se encontrava, se queixando de fortes dores na região genital. Ele exigiu atendimento por parte da enfermeira e antes que ela pudesse entender o que estava acontecendo, o homem, imediatamente trancou a porta do consultório, baixou as vestes e pediu para que a profissional apalpasse o seu órgão genital para examiná-lo.

O homem, imediatamente trancou a porta do consultório, baixou as vestes e pediu para que a profissional apalpasse o seu órgão genital para examiná-lo

Sem reação, a enfermeira apelou para o bom senso do suposto paciente, alegando que ela não tinha competências para realizar o atendimento e solicitou que ele a deixasse chamar um médico para realizar a consulta. Sem informar nome, idade ou fornecer nenhum tipo de documento, o homem fugiu do consultório indignado por não conseguir o que desejava.

Com ausência de segurança nas UBS, as profissionais sentem-se vulneráveis a possíveis casos de assédio

Impactada com a situação, a enfermeira pediu ajuda para os colegas informando o que havia acontecido. Outras enfermeiras relataram viver a mesma situação em outras unidades. A ação é sempre a mesma, o homem chega no posto de saúde, procura por enfermeiras mulheres sozinhas, invade e tranca as portas dos consultórios, alegando sentir dores na região genital e pedindo para ser examinado. Ele se recusa a receber atendimento por parte de profissionais do sexo masculino. Tudo tem acontecido rapidamente. O homem não agenda consulta.

Diante da rotina de trabalho intensa de algumas unidades de saúde e a falta de vigilância ou de agentes de segurança, as profissionais se sentem vulneráveis a abordagens como essas. Apesar dos relatos em que as enfermeiras foram submetidas a situações constrangedoras, nenhuma delas registrou boletim de ocorrência.


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