Polícia prende envolvidos no crime brutal viralizado nas redes sociais


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Dois dos responsáveis pelo crime foram presos pela polícia

O vídeo com o registro de um assassinato brutal em Parauapebas viralizou na internet e chocou a comunidade pelo grau de crueldade dos envolvidos. Na manhã desde sábado (9), a Polícia Civil e Militar realizaram uma ação conjunta para prender os responsáveis pelo homicídio.

A vítima fatal apresentada no vídeo, identificada por Wendel Fabrício Correia, 19 anos, de codinome “De Belém”, estava desaparecida desde o dia (3), quando sua mãe compareceu a delegacia para registrar um boletim de ocorrência. No mesmo período do seu desaparecimento, um vídeo de um rapaz sendo torturado e decapitado começou a circular em grupos de Whatsapp pela cidade.

Foram dois vídeos gravados. Em um deles a vítima aparece viva recebendo a sentença de morte, no outro a vítima aparece com cabeça decepada e o corpo sendo aberto por um dos assassinos. O crime foi praticado por quatro indivíduos armados com facão e um revólver. Todos são membros de uma facção rival.

Para infelicidade, a mãe de Wendel que estava a sua procura teve acesso ao conteúdo e reconheceu o seu filho no vídeo. Ela compareceu a delegacia para fazer a denúncia às autoridades policiais.

Wendel minutos antes de ser morto

O caso já estava sob investigação quando o delegado recebeu informações sobre os envolvidos e a suposta localização do corpo de Wendel. Nas primeiras horas deste sábado (9), os policiais montaram uma diligência e se dirigiram ao bairro dos Minérios para constatar a veracidade das informações.

Na operação, os suspeitos Denilson Santos Veras, 18 anos, e um menor de 17 anos foram presos portando entorpecentes. Para a polícia eles assumiram a participação no crime e revelaram a identidade do restante dos envolvidos: Nelson Ferreira da Silva, mais conhecido por “Parauapebas” e mais um indivíduo de pré nome Jardel.

O crime e a prisão ocorreram no bairro dos Minérios. Após a prisão de dois membros da facção, o adolescente confessou ter cortado a garganta do jovem ‘de Belém’ e mostrou à polícia a localização do corpo da vítima, que estava em uma rua de difícil acesso, por trás da escola Fernando Pessoa, no bairro dos Minérios.


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